O prejuízo gerado por tanta pirataria foi a bagatela de US$ 1,617 bilhão no país, equivalente a cerca de R$ 2,684!
Os três países com as maiores taxas de pirataria são a Armênia (93%), Bangladesh (92%) e Azerbaijão (92%).
Os três países com as menores taxas de pirataria são Estados Unidos (20%), Luxemburgo (21%) e Nova Zelândia (22%).
Porém, apesar de ter a menor taxa de pirataria, os EUA, tem os maiores prejuízos, ultrapassando US$ 8 bilhões.
Apesar de todo o esforço das autoridades em combater a pirataria, que resultaram na apreensão de mais de 2 milhões de CDs contendo programas piratas, existe um grande incentivo a perpetuação da pirataria: o poder de compra do brasileiro e os preços elevados dos softwares.
Sim, é muito mais fácil, ir no camêlo e pagar "20 paus" em um programa pirateado, do que ir numa loja e pagar R$ 100 - 150, em um software original. Não tenho intenção de incentivar a pirataria, mas falta um pouco mais de visão das empresas de software, que tal como a indústria fonográfica, só pensam em lucros exorbitantes. Por exemplo, o Nero 8 custa R$ 179,00, Windows Vista Ultimate R$ 989,00....
Vale ressaltar, que a busca por produtos pirateados, não é exclusividade dos menos favorecidos, muita das vezes são pessoas das classes econômicas mais avantajadas.
Depois as empresas ficam choramingando que a pirataria gera muitos prejuízos, em vez de combater a pirataria, seria muito mais fácil tornar os preços mais acessíveis aos consumidores. Algo muito interessante (já comum em outros países), seria o investimento em vendas de músicas pela internet, o que possibilita custos mais baixos e maior facilidade de acesso.
Inspiração: Folha Online
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